É só uma necessidade de expressar o que, dentro, voluptuosamente, é a lava violenta do meu coração.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Mar
"(...) Mar de arremetes, mas que não cansas, Mar de blasfêmias e de vinganças, Como te invejo! Dentro do meu peito Eu trago um pântano insatisfeito De corrompidas desesperanças!"
Nenhum comentário:
Postar um comentário